Cheiros de mensagens de texto: uma possibilidade futura

Antes do advento de um celular em todos os bolsos, pessoas de décadas passadas sonhavam com chats de vídeo. Chats de vídeo são notícias antigas em 2018, no entanto. A maioria das pessoas enfrentam o Skype, o Skype, o Snapchat, utilizam o Facebook Messenger ou um dos vários outros aplicativos que permitem isso. Durante esses chats de vídeo, no entanto, quantas vezes você já se perguntou como é a pessoa do outro lado? Se essa resposta é sim ou não, a tecnologia está indo nessa direção.

Experimentos realizados recentemente na Malásia sugeriram que a possibilidade de desenvolver tecnologia de “cheiro elétrico” é muito real e pode ser feita em breve. Um experimento realizado em 2011 por pesquisadores da Universidade da Califórnia em San Diego concluiu que milhares de pedidos poderiam ser criados “à vontade” de um dispositivo pequeno o suficiente para ser colocado em uma televisão ou telefone.

O propósito de criar a “Smell-O-Vision” freqüentemente ponderada seria mergulhar completamente na realidade aumentada. Se um aplicativo pode gerar um cheiro, esse cheiro pode aumentar a experiência da realidade virtual (RV). Também poderia permitir que as pessoas transmitissem um odor em caso de emergência, como um vazamento de gás.

Durante a criação de 2011 da pequena caixa de cheiros, o dispositivo consistia em milhares de aromas em soluções emitindo odores quando aquecidos por um fio de metal fino. Com 100 fragrâncias, a máquina pode gerar mais de 10.000 odores diferentes.

Transmitir esses odores é um processo diferente. Quando o corpo humano sente um cheiro, ocorre quando moléculas transportadas pelo ar são trazidas para o nariz. Uma vez lá dentro, células nervosas especializadas alertam o cérebro para o odor. Nos experimentos da Malásia, os pesquisadores do Instituto Imagineering, em Nusajaya, conseguiram liberar esses impulsos por meio de locais de eletrodos nas narinas de 31 sujeitos de teste. Até 10 odores diferentes, incluindo madeira e hortelã, foram experimentados pelos sujeitos de teste.

Hortelã foi um dos perfumes relatados cheirando com os testes de cheiro induzidos por eletrodos

Quando a tecnologia chegar aos consumidores, no entanto, eles não precisarão enfiar eletrodos no nariz cada vez que estiverem no telefone. Em vez disso, os pesquisadores acreditam que as pessoas usariam óculos especiais equipados com um nariz elétrico (é real e usado para testar a qualidade dos produtos na indústria alimentícia).

Críticas do estudo disseram que os sujeitos tinham uma inclinação para responder afirmativamente quando perguntados se eles cheiravam alguma coisa. Outro afirmou que a quantidade de impulsos enviados por um eletrodo na narina não poderia corresponder à enorme quantidade de receptores ativados pelo sniffing real.

Se colocada no mercado, esta tecnologia não seria a primeira tentativa de tornar a mídia mais imersiva através do olfato. Em 1960, Mike Todd, Jr., criou o primeiro sistema Smell-o-Vision, que transmitia perfumes gerados através de aberturas nos cinemas em toda a América. Foi listado como o número 47 nas 50 piores invenções da revista Time. O único filme que usou foi Scent of Mystery – um filme criado apenas para mostrar o Smell-0-Vision. Nunca foi usado novamente após a exibição desastrosa do filme.

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